Sono ao volante é perigoso, mas pode ser evitado

Aproxima-se o mês de julho, o que para muitos portugueses significa tempo de férias. E, como é habitual, não se pode perder nenhum segundo, para se poder estar numa praia logo na primeira manhã de sábado. É por isso que a debandada geral das grandes cidades a caminho da praia começa logo na sexta-feira à noite, seguida de muitas horas ao volante.

É aí que se encontra o perigo. As pessoas saem para a estrada, depois de um extenso dia de trabalho, à hora a que normalmente começam a pensar em ir dormir, e conduzem pela noite dentro, muitas vezes pela monótona auto-estrada. Mas para si, não faz mal, certo? Tem os seus truques para não adormecer, não é? Lamento, mas ele não funcionam.

O truque habitual para tentar não adormecer ao volante é abrir a janela ou ligar a ventilação para ter vento na cara, e colocar a música com o som mais alto possível. Não chega, uma vez que a música, tendo componentes repetitivos, e não sendo o centro de atenção, acaba por contribuir para sentir sono novamente. E também não vale a pena tentar conversar com as outras pessoas no automóvel, já que o mais provável é que tenham adormecido mal entraram na auto-estrada.

Primeiro, se vai fazer uma longa viagem, a noite é o pior período para isso, principalmente depois de um dia de trabalho. Mas se é imperativo, ou insistem em fazê-lo, existem alguns truques que ajudam a reduzir o sono, mas que vão acrescentar alguns minutos ao tempo de viagem. A primeira é fazer algumas paragens frequentes, mal sinta o sono. Se viajar na auto-estrada, a maior parte das estações de serviço estão abertas. Pare, sai do carro e faça alguns movimentos para desentorpecer. Se possível, tome uma bebida quente, com cafeína. A outra alternativa é parar e… dormir. Não é preciso uma noite inteira de sono, mas se encostar algumas minutas e tirar uma soneca de meia hora ou 45 minutos, já deve conseguir fazer a viagem sem cabecear outra vez.