A Força Aérea Americana gosta sempre de ter brinquedos novos, mas às vezes demora muito a colocá-los em operação. Isto porque, durante a fase de testes, algum oficial está sempre a querer melhorar alguma coisa. Neste caso, tem desculpa. Afinal, quem pode resistir à ideia de montar armas laser num avião de guerra? Sim, armas laser.

O que parece tecnologia de futuro poderá muito em breve ser a tecnologia do presente, especialmente no que diz respeito ao AC-130J. Conhecido internamente como Ghostrider (Cavaleiro Fantasma), vai ser o bombardeiro mais artilhado da história da Força Aérea. Já foram testados os canhões de 105 mm, capazes de destruir um tanque. Para ataques mais de perto, vão ser montados também canhões de 30 mm, e está prevista a montagem de mísseis AGM-176A Griffin e Hellfire, bem como explosivos GBU-39 de 113 kg.

O avião vai servir como apoio de infantaria, atingindo alvos no chão antes que possam disparar contra tropas em missão. Mas e os lasers? A Força Aérea tem planos para montá-los no AC-130J Ghostrider até ao final da década. Mas não vão ser nada parecidos com os lasers dos filmes de ficção científica. Aliás, vão ser silenciosos e invisíveis, e vão servir essencialmente para desativar maquinaria inimiga. Só isso? Mas pelo menos há os drones. Esqueci-me dos drones? Pois é, caso o Ghostrider vá sozinho em missões, vai ter o apoio de drones no ar, para atacar qualquer resistência.

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