Já existem drones a entregar pizzas e compras, fala-se muito na possibilidade de camiões-robôs, sem condutor e com inteligência artificial, transportarem toneladas de volumes pelas estradas. E até já existem planos avançados para um navio de carga autónomo a trabalhar em pequenas distâncias. Mas consegue imaginar toda uma frota de navios a navegar pelos sete mares, sem tripulantes, como se fossem navios-fantasma?

É mais ou menos isso que deseja uma das maiores transportadoras do mundo de minérios, metais e combustíveis (excetuando a parte dos fantasmas). A BHP Billiton, baseada na Índia, quer ajudar a reduzir os custos do transporte marítimo de mercadorias, ao mesmo tempo ajudando a reduzir consideravelmente a quantidade de poluição feita pela indústria marítima, que, se fosse um país, seria o sexto maior emissor de dióxido de carbono do mundo, à frente da Alemanha.

A BHP Billiton não tem uma frota, mas vai fazer os armadores lutar pelo privilégio de transportarem a sua carga, escolhendo apenas as empresas que cumpram vários critérios ecológicos, incluindo o uso de combustível sem enxofre. A preferência por tecnologias autónomas faz parte do objetivo de melhorar a segurança na indústria transportadora, além de tornar os tempos de viagem mais eficientes.

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