Cantar ao volante faz bem à saúde

De acordo com os especialistas, há uma série de benefícios para a saúde com as sessões de karaoke improvisadas ao volante, especialmente aquelas nas quais nos sentimos verdadeiramente confortáveis quando não há ninguém à volta e o sistema de som do carro fornece o apoio, como é o caso do novo B&O PLAY Sound System para o novo Ford Fiesta.
Segundo a marca americana, “o novo B&O PLAY Sound System para o novo Fiesta é o mais potente num carro do seu segmento”. Os engenheiros levaram um ano a ouvir mais de 5.000 faixas para assegurarem que a tecnologia ‘premium’ de 675 watts tinham a melhor sonoridade quer se tratasse de Adele, Foo Fighters ou Jay-Z – ou música clássica para relaxar –, independentemente do volume de som estar baixo ou alto.
“Para muitas pessoas, ouvir a música de que gostam em movimento é uma parte fundamental de cada viagem – é a banda sonora do seu próprio ‘road movie’”, disse Jan Schroll, supervisor de Multimédia e Conectividade da Ford Europa. “O B&O PLAY para o novo Fiesta trará a melhor qualidade de som possível aos nossos clientes, seja qual for o seu gosto musical”, reforçou.
O estudo do serviço de ‘streaming’ de música Spotify revela que é durante as viagens a solo, no nosso próprio espaço privado, que localizamos as listas de reprodução secretas, colocamos a música a tocar e cantamos a plenos pulmões. Para muitos de nós, existem listas de reprodução que só nos atrevemos a usar no carro, um lugar especialmente intenso para ouvir música onde o som é projetado preenchendo perfeitamente o espaço que ocupamos.
“Cantando em voz alta e sem quaisquer inibições, significa que a libertação mental será maior à medida que colocamos mais energia“, disse o professor Stephen Clift, uma autoridade de referência sobre os benefícios do canto para a saúde, da Universidade Canterbury Christ Church, no Reino Unido. “Quando cantamos em voz alta, especialmente canções que conhecemos bem, sentimos um ‘factor de bem-estar’ decorrente da respiração mais profunda, mais lenta, e aumento da actividade muscular. Sentimo-nos menos stressados e mais relaxados”, explicou.
Nos testes, a equipa também ouviu gravações icónicas ao vivo para garantir que a energia e emoção seriam ouvidas como se estivessem lá, e até gravaram as suas próprias faixas para garantir que todo o espetro de som havia sido coberto.
“Nós gostamos de usar gravações ao vivo uma vez que estas mostram de que modo o sistema de som reproduz cada emoção que é promovida através da música, tal como se estivéssemos lá. Quando fico em pele de galinha, então eu sei que fiz tudo bem”, disse Stefan Varga, engenheiro de sistemas acústicos da HARMAN International.
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