Porsche, Lamborghini, Aston Martin, Audi, Alfa Romeo e Cosworth na última reunião da F1

A presença de um grande conjunto de construtores na última reunião da Fórmula 1 tendo em vista o que podem ser os motores do futuro, pós-2020 é um forte sinal que algo vai mudar a esse nível.

Recorde-se que os responsáveis pela F1 querem que os motores sejam mais barulhentos, baratos e simples, e neste momento já se fala de motorizações V6 de 1.6 litros bi-turbo com um sistema de recuperação de energia único, mas se este é um pormenor que ainda não está ‘fechado’ o facto de terem marcado presença marcas como a Porsche, Lamborghini, Aston Martin, Cosworth, Ilmor, AVL, Audi, Alfa Romeo e Zytek, entre outros não especificados, é um excelente sinal, ainda que, logicamente, isso não queira dizer que todas elas poderão entrar na F1, mas sim que há abertura para saber como “param as modas”.

De acordo com declarações de Gerhard Berger à Servus TV: “Há muitas empresas capazes de lidar com a atual tecnologia da F1, mas o conjunto é demasiado complexo e quanto toca a fazerem-no bem, há muito poucas”, disse Berger, algo que já se percebeu tendo em conta o que se tem assistido nos últimos anos. Portanto é quase certo que vai haver um recuo na complexidade da tecnologia e que o que ‘nasceu’ em 2014 foi um erro que vai ser remediado.