Vale a pena comprar um carro a diesel?

O título do artigo é uma questão que é cada vez mais pertinente nos dias que correm. Mesmo que não seja algo que nos ocorra a um primeiro momento na altura de escolher o próximo carro. Mas, como em outras áreas, também no setor automóvel as coisas alteram-se e aquilo que é uma pedra basilar do presente, poderá ser um peça de museu do futuro. O mundo em movimento, nada mais.

Até há não muitos anos, em Portugal, por exemplo, as motorizações a diesel eram inquestionáveis, significavam a corrida à poupança, olhadas como um porto seguro face à mais dispendiosa gasolina, mesmo que isso significasse uma maior despesa na fatura na hora de adquirir um novo modelo.

No entanto, em pleno 2017, quando as marcas têm as suas fichas apontadas ao desenvolvimento de carros elétricos e de condução autónoma e os motores a gasolina ganharam um novo ânimo, com pequenas motorizações de três cilindros com turbo, ou aliadas a motores elétricos para fazerem nascer a maioria dos híbridos do mercado, os diesel continuam a ser um baluarte das marcas, vendidos como se o amanhã continuasse a ser… só mais um dia.

Porém, há variáveis a ter em conta para quem pense em adquirir hoje, em 2017, um carro a diesel. Porquê? Descubra algumas razões percorrendo a galeria acima ou vendo os tópicos abaixo.

André Duarte/Autosport

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