Condução Autónoma: o que significam os 5 níveis?

Independentemente do tempo que levemos até que esteja globalmente implementada, uma coisa é certa, a condução autónoma será o futuro. No fundo, e como o próprio nome indica, falamos de carros que, no limite, nos irão transportar no dia-a-dia sem que seja precisa qualquer intervenção humana no ato de conduzir.

Será o mesmo que nos deslocarmos num transporte público, com a diferença de que podemos estar a falar do nosso carro, que à porta de casa, se encontra disponível para nos guiar para onde e quando quisermos.

Já imaginaram os benefícios que daí podem advir? O tempo que poderíamos dispensar num rol de outras atividades enquanto viajávamos, por não termos de estar ao volante?

Porém, e como tudo, a condução autónoma não surge do dia para a noite e está dependente dos graduais avanços tecnológicos que vêm a ser feitos. É precisamente aí que entram os 5 níveis de Condução Autónoma. Cada um deles representa um passo em frente na automatização do veículo, logo, quanto mais formos subindo na hierarquia, menor será a necessidade de intervenção humana no ato da condução. Uma evolução que irá chegar a um ponto em que o ser humano deixará de precisar de conduzir, porque o carro o irá fazer de forma totalmente autónoma.

Nesse sentido, hoje é muito comum hoje ouvirmos falar em condução autónoma ou que um modelo já oferece, por exemplo, o nível 2. No entanto, dito assim, pode soar estranho e até, naturalmente, confuso. Passaremos por isso a aclarar o que é e em que consiste cada um dos 5 níveis de condução autónoma.

André Duarte/Autosport

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