E se de repente herdasse 3.000 automóveis clássicos?

E se de repente herdasse 3.000 automóveis clássicos? Foi o que aconteceu aos herdeiros de Harold LeMay, o maior coleccionador de automóveis dos Estados Unidos da América, e provavelmente do mundo.

Começando do nada, Harold LeMay realizou o sonho americano, criando o seu próprio negócio ligado ao lixo e sucata, onde criou uma fortuna. E durante anos, comprou automóveis, a sua paixão, sem parar, estivesse a trabalhar ou de férias. Onde quer que fosse, encontrava um automóvel e comprava-o imediatamente. Ele próprio considerava-se mais do que um coleccionador, um salvador de automóveis, pois tirava-os da condição de abandonados para a condição de resgatados, levando-os para casa para poderem ser restaurados e preservados. Foi assim durante décadas, até à sua morte, aos 81 anos, que a sua colecção contava já com cerca de 3.000 automóveis. Mas, e agora o que fazer com eles? Foi este o dilema com que os seus filhos se depararam, quando herdaram esta fantástica, mas gigante, colecção.

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Surgiu então a ideia de fazer um museu, mas nenhum museu sequer consegue albergar uma colecção de tal dimensão, por isso foram seleccionados cerca de 250 automóveis, que vieram a constituir aquilo que é hoje o America’s Car Museum, o museu nacional do automóvel dos Estados Unidos, num moderno edifício construído de raíz para o efeito.

Veja a galeria de imagens desta colecção de automóveis sem fim, antes e depois da criação do museu.

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