Novo Swift começa nos 13 mil euros com descontos

Olhamos para ele e vemos de imediato um Swift, mas a verdade é que esta terceira geração do popular utilitário da Suzuki foi totalmente renovada. Chega a Portugal em maio de 2017.

Utiliza a nova arquitetura Heartec, que lhe permite uma importante redução de 120 kg no peso e um aumento na rigidez estrutural e também explica importantes mudanças nas dimensões.

A distância entre eixos aumentou em 2 cm, mas o comprimento exterior reduziu-se em um centímetro. Ainda assim, o Swift ficou 4 cm mais largo e 1,5 cm mais baixo.

Por dentro, a marca anuncia um ganho de 2 cm no espaço para pernas de quem viaja atrás, assim como um aumento de 55 litros no volume da bagageira, a totalizar agora 265 litros e a resolver um dos principais motivos de queixa da geração anterior.

As alterações estilísticas são muitas, tornando este Swift muito fácil de distinguir. A grelha frontal mais afirmativa conjuga-se com novas ópticas e farolins traseiros que podem ser de LED. O pilar C em preto e as jantes de 16 polegadas também o diferenciam.

No habitáculo foi tudo redesenhado, agora a exibir o predomínio das formas redondas, nos mostradores da instrumentação, nos ventiladores e nos comandos da climatização. A consola central, a incluir um ecrã táctil a cores, está orientada para o condutor.

Conduzimos num curto trajeto tanto a versão 1.0 turbo Boosterjet, com 111 CV, como o 1.2 atmosférico de 90 CV, ambos a gasolina, e gostámos muito mais do motor mais pequeno e da sua resposta mais pronta e maior suavidade de funcionamento. O facto de ter apenas 3 cilindros não incomoda nada.

O Swift pode ser adquirido com tração dianteira ou integral, com caixa manual de cinco velocidades ou automática de variação contínua (CVT).

Ambos os motores são compatíveis com o sistema semi-híbrido SHVS, composto por um alternador que serve de motor elétrico auxiliar.

A gama nacional será composta por dois níveis de equipamento: GLE e GLX. A primeira já inclui ar condicionado manual, computador de bordo, bancos dianteiros aquecidos, câmara de visão traseira e ecrã tátil. O GLX acrescenta, entre outros, os faróis de LED, o sistema de navegação, o programador de velocidade adaptativo com limitador, a climatização automática e o arranque sem chave com botão de ignição.

Os preços começam nos 16 071 euros do 1.2 GLE, sobre o qual a marca está a oferecer um desconto de 2033€. O 1.0 Boosterjet GLE custa 16 949€ e beneficia do mesmo desconto.

Em qualquer dos casos, se o comprador fizer um contrato de crédito com a Suzuki terá um bónus extra de mil euros.

Em outubro deste ano surgirá uma versão Sport, equipada com o motor 1.4 Boosterjet de 140 CV.

António Amorim/Turbo

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