O número de condutores sem confiança em sistemas autónomos de condução aumentou este ano, de acordo com um estudo feito nos Estados Unidos pela JD Power. E esta desconfiança não está completamente ligada à idade dos participantes. De acordo com a empresa de análise estatística, o número de milenais sem confiança na tecnologia autónoma subiu 9%, tendo subido nos anos 11% nas pessoas de meia-idade.

A subida deste número poderá ter a ver com uma maior preocupação com a fiabilidade destes sistemas, já que projetos para carros autónomos têm sido constantemente divulgados por quase todos os construtores automóveis. De acordo com os resultados, uma em cada duas pessoas (49%) no grupo etário mais velho demonstrou preocupação com erros e avarias, contra uma em cada três pessoas (30%) no grupo mais jovem.

Apesar de tudo, o público em geral demonstrou um interesse maior em sistemas específicos de segurança, incluindo prevenção de colisão, faróis inteligentes, câmaras traseiras, travagem de emergência, aviso de mudança de direção, detecção de veículos em ângulo morto e visualização de dados no para-brisas (head up display). 96% afirmou pensar em adquirir carros com faróis inteligentes, 97% com câmara traseira e 91% com assistência de travagem.

Mas n o que diz respeito à condução automatizada em si, já há uma grande diferença entre os dois grupos etários. 43% dos mais jovens afirmaram ser a favor de carros completamente autónomos, contra apenas 7% do grupo mais velho, enquanto 45% dos mais jovens apoia condução autónoma limitada, contra 10% dos mais velhos. Mas o grupo de meia-idade viu 40 por cento dos inquiridos afirmar que a condução autónoma não tem qualquer utilidade para eles.

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