Mesmo com promessas constantes de novas tecnologias que vão tornar os automóveis elétricos práticos em longas distâncias, a solução poderá ser mais prática mas inesperada. Em vez de inventar baterias mais eficientes, montar baterias substituíveis, pontos de recarga em todo o lado ou substituir os eletrólitos, poderá ser uma tecnologia rival, a célula de combustível, a democratizar o uso do motor elétrico, sem causar poluição.

A Magna Steyr desenvolver um novo extensor de autonomia para motores elétricos, mas em vez de usar um motor de combustão ligado ao motor elétrico, como é visto em modelos da GM ou da BMW, a empresa austríaca propõe usar uma célula de combustível, movida a hidrogénio. A célula de combustível é geralmente pensada como uma alternativa ao motor elétrico, gerando também zero poluição, mas aqui as duas poderiam trabalhar em conjunto.

O sistema da Magna, chamado FCREEV, permite ao condutor alternar entre os dois motores. Em condução normal, em cidade, funciona apenas com o motor elétrico, cujas baterias podem ser recarregadas facilmente em qualquer ponto público de recarga ou numa tomada caseira. Quando a carga das baterias acabar, o motor a hidrogénio começa a ser usado para dar potência às baterias. A Magna estima aumentar em cinco vezes a capacidade de operação de um veículo.

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