As inteligências artificiais podem começar a aprender mais depressa. Até aqui, era necessário muito tempo para escrever e testar o código necessário para que o computador pudesse aprender e chegar a conclusões por si próprios. Mas a adaptação de um modelo matemático tradicional permitiu ao engenheiro Ben Vigoda criar um sistema de inteligência artificial que aprende sozinho muito mais depressa.

Vigoda, que fundou a Gamalon depois de vender a sua empresa anterior, a Lyric Semiconductor, é um investigador na área de programação, mas também aplica os seus conhecimentos a nível comercial. Vigoda passou a usar modelos de probabilidade desenvolvidos no Séc. XIX pelo matemático Thomas Bayes, o que lhe permitiu testar os sistemas mais depressa. Uma descoberta quase acidental permitiu à equipa da Gamalon notar que o programa era capaz de melhorar as suas capacidades sozinho e mais depressa que os programadores.

Numa visita ao Instituto de Tecnologia de Massachusets (o famoso MIT, onde tirou o seu doutoramento), Vigoda demonstrou as novas capacidades da sua nova tecnologia. Por exemplo, este sistema de inteligência artificial conseguiu analisar, reconhecer e catalogar um desenho. O diretor da Gamalon já está a comercializar esta nova linguagem de inteligência artificial, que vai acelerar a análise de dados de uma forma mais útil para as necessidades humanas, como é explicado nesta série de vídeos.

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