Um dos altos dirigentes do grupo na Coreia do Sul foi considerado culpado de forjar documentos relacionados com testes de emissões e ruído.
Um ano e seis meses de prisão. Esta foi a pena aplicada a um dos responsáveis do Grupo Volkswagen na Coreia do Sul, acusado de forjar documentos relativos a testes de emissões e de ruído que eram exigidos para obter as certificações necessárias à venda de automóveis do consórcio germânico neste país. Apenas foi indicado que o apelido deste alto responsável é Yun, e que além de forjar documentos também foi considerado culpado de obstrução à justiça e de violação das leis ambientais sul-coreanas.
A representante do Grupo Volkswagen na Coreia já reagiu, e a Audi-VW Korea indicou que pretende “cooperar totalmente com o Gabinete do Ministério Público e vai participar de boa-fé nos próximos processos judiciais”. Este é mais um capítulo das várias consequências do DieselGate na Coreia do Sul, onde em Agosto foi proibida a comercialização de 80 modelos do grupo germânico, que ainda foi condenado a multas de 14,2 milhões de euros por forjar documentos relativos aos testes de emissões e ruídos e também de 30,5 milhões de euros por falsa publicidade. Após o surgimento do escândalo de emissões da VW nos Estados Unidos as autoridades sul-coreanas têm vindo a analisar os registos de gases nocivos dos modelos de várias marcas, e já esta semana também foi noticia a proibição de venda de uma dezena de modelos da BMW, Porsche e Nissan no país.
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