Como em tantas outras coisas doces da vida, a origem exata da pavlova, um bolo à base de merengue crocante por fora e cremoso por dentro, está envolta numa quezília. Australianos e neozelandeses disputam até hoje a autoria da receita, situada na década de 1930, e cujo nome seria uma homenagem à bailarina russa Anna Pavlova, nascida em finais do século XIX em São Petersburgo – que, está documentado, apresentou-se nos dois países nessa época. Outros há que, em vez de seguirem a lei salomónica e dividirem o mérito pelas duas nações, preferem atribuir ao célebre gastrónomo francês Auguste Escoffier a invenção. Não se sabe. A paternidade incerta não a impediu de ganhar mundo, sendo relativamente comum encontrar variações ao […]
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