Carregar a bateria até aos 100 por cento, depois de estar completamente descarregada, garante uma vida de 500 ciclos de recarga. Se esta bateria tiver uma autonomia de 200 km, a sua vida útil é de apenas 100 mil quilómetros. Se, no entanto, carregar totalmente mas só deixar descarregar até 20 por cento de capacidade (percorrendo 160 km), garante uma vida de 1000 ciclos, ou 160 mil quilómetros.
Estes números aumentam progressivamente se carregar menos a bateria. Carregando até 90 por cento, uma descarga total garante 1500 ciclos, ou 270 mil quilómetros (com 180 km de autonomia), mas descarregar até 20 por cento garante 2000 ciclos, aumentando ligeiramente a vida da bateria para 280 mil quilómetros (140 km por recarga).
Com uma carga máxima de 80 por cento, uma descarga total tem 3000 ciclos de vida útil, e até 20 por cento tem 3500. Ou seja, a vida útil é de 480 mil quilómetros no primeiro caso mas só 420 mil no segundo. E com 70 por cento, garante 5000 ciclos (700 mil quilómetros) com descarga total e 6000 ciclos (600 mil quilómetros) com descarga até 20 por cento.
O resultado final desta experiência da BMZ é que é mais importante não carregar a bateria até ao fim do que não deixá-la descarregar até ao fim. Mas se ficar mais longe da capacidade total, é preferível descarregar completamente a bateria do que andar sempre a ligá-la à tomada após fazer um percurso pequeno.
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