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Félix da Costa: “Houve contactos na altura da entrada do Hartley na Toro Rosso”

António Félix da Costa deu recentemente um longa entrevista ao AutoSport em que falou de vários assunto, entre os quais, naturalmente, as duas competições em que está envolvido, o endurance com a BMW Motorsport e a Fórmula E, temas que vamos recordar ao longo de vários artigos. Entre as muitas coisas que conversarmos, sabia que a fórmula voltou a ser falada o ano passado? Voltou a haver contactos, mas o problema de sempre foi o entrave.

“No ano passado houve contactos na altura da entrada do Hartley na Toro Rosso, mas o Hartley tinha mais apoios e aí decidi mesmo fechar a porta à F1, embora ainda tenha contrato com a Toro Rosso. Mas não faz sentido, por exemplo, pagar para jogar no Real Madrid”, referiu.

“Se és bom no que fazes tens de ser pago e não o contrário. Por isso desde essa altura a F1 é um capítulo encerrado para mim, sou um fã que vê corridas. A Red Bull era a minha última esperança onde contava mais o talento que o dinheiro. E agora nem aí e por isso a esperança acabou mesmo. Vai haver sempre lugar para os melhores, como o Magnussen e o Vandoorne que foram levados pela McLaren assim como os jovens que referi. Mas há pilotos muito bons que não chegam a ter uma oportunidade porque surgem outros que não são maus, mas que não têm a qualidade para estar na categoria máxima do automobilismo. Agora considero-me um sortudo, trabalho para uma marca conhecida nos quatro cantos do mundo, tratam-me bem, tenho uma boa carreira aos 26 anos e tenho uma carreira longa pela frente por isso não me posso queixar.”

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