A vitória de Bolsonaro traz o mesmo dilema que traria a de Haddad: as prioridades da economia vão ter marcha lenta num Congresso fragmentado.
O Brasil das empresas portuguesas vai ter dificuldade em promover reformas


A vitória de Bolsonaro traz o mesmo dilema que traria a de Haddad: as prioridades da economia vão ter marcha lenta num Congresso fragmentado.