McLaren P1: O híbrido que poderia ter sido um hiperdesportivo convencional

Pedro Junceiro
Pedro Junceiro
Editor Conteúdos

Lançado em 2012 como um dos modelos de ponta da indústria automóvel, o McLaren P1 surpreendeu por ser também o primeiro híbrido da companhia de Woking, embora com uma potência de 918 CV que é reveladora do seu potencial desportivo.

A McLaren estava ainda nos seus primeiros esforços enquanto fabricante automóvel de topo, procurando impor-se frente a marcas como a Ferrari, Aston Martin ou Porsche, tendo no P1 um modelo desportivo de topo, rivalizando precisamente com mais dois híbridos de duas das marcas atrás mencionadas, o LaFerrari da marca italiana e o 918 Spyder da alemã. Destes, o Ferrari era o mais potente, com 963 CV, contra os 916 CV do McLaren e os 899 CV do Porsche.

O P1 contava com uma tripla de motores, dividindo-se entre um motor V8 bi-turbo de 3.8 litros e dois elétricos, com estes a darem um contributo decisivo para a obtenção dos 900 Nm do binário máxim. A aceleração dos zero aos 100 km/h cumpre-se em apenas 2,8 segundos, enquanto o peso total era de apenas 1547 kg em seco.

Mas essa poderia não ter sido a única versão a surgir do P1, uma vez que a McLaren chegou a considerar muito seriamente o lançamento de uma variante apenas com motorização convencional a gasolina, de acordo com uma informação publicada no site britânico Autocar, acabando por ser ‘arquivada’ depois de os responsáveis da marca terem decidido que uma versão do género não faria sentido.

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