Portugal é motivo de orgulho para a smart a nível mundial

Pedro Junceiro
Pedro Junceiro
Editor Conteúdos

Prestes a cumprir o seu 20º aniversário, a smart teve em 2017 mais um ano extremamente positivo em Portugal (com 3126 unidades vendidas), seguindo assim bem de perto o desempenho comercial da casa-mãe, a Mercedes-Benz. Com efeito, o nosso país tem já um lugar especial no enquadramento mundial da smart, uma vez que, com 1,4% de quota de mercado, Portugal tornou-se no país do mundo na qual esta marca de citadinos tem o maior valor de quota.

Em relação ao ano anterior, a smart até viu a sua quota de mercado decair ligeiramente dos 1,46% para os 1,41% em 2017 em Portugal, mas face a Itália, que era a crónica líder em termos de quota, Portugal assumiu a primeira posição na medida em que no país da ‘bota’, não foi além dos 1,35% (equivalente a 26.661 unidades vendidas).

Na prática, a smart teve um crescimento de 3,0% face a 2016, naquele que foi o segundo melhor ano de sempre em Portugal, ficando apenas atrás dos valores de 2005. Sendo uma marca citadina, é nas grandes capitais que as vendas dos fortwo e forfour têm maior expressão, com 55% das matrículas a irem para a zona da Grande Lisboa e 45% para a zona do Grande Porto. Por modelo, é o mais pequeno fortwo que se destaca com 53% das preferências, mas o forfour também não fica muito atrás.

De registar que no ano passado foram apresentados os novos modelos elétricos da smart, que contribuíram para este crescimento sustentável – em três meses apenas foram comercializadas 137 unidades desta gama, representando 3% da carroçaria forfour e 5% da variante fortwo. Naturalmente, as motorizações a gasolina têm primazia, sendo dado comum para ambas as carroçarias a predominância do motor 0.9 de 90 CV.

Em conferência de imprensa de apresentação de resultados, foi igualmente revelado que 90 matrículas de veículos elétricos smart foram adiados para o início deste ano, não só por uma questão de maior atualidade de matrícula (01/18), mas também porque passam a beneficiar do incentivo fiscal para a aquisição de veículo elétrico concedido pelo Estado. Esse foi, aliás, um dos pontos destacados por Bernardo Villa, diretor de marketing da smart, lembrando que na origem da marca esteve a intenção de fornecer soluções de mobilidade urbana 100% elétricas, algo que será tornado realidade a partir de 1 de janeiro de 2020, quando a smart se tornar numa marca totalmente dedicada a motorizações elétricas.

Contudo, até lá chegar, Villa explica que se deveria fazer mais para acentuar o papel dos elétricos, como por exemplo liberalizar o incentivo para mais viaturas – que não apenas as 1000 atualmente em vigor – ou aumentar o valor disponível.

“Para 2018, há uma previsão de veículos elétricos em redor das 1600 unidades. Ou seja, isso poderá fazer com que lá para abril ou maio os incentivos já estejam esgotados”, referiu.

20 anos a ocupar os pequenos espaços da cidade

Em 2018 a smart comemora o seu 20º aniversário, apresentando como credenciais um registo de mais de dois milhões de veículos vendidos mundialmente, sendo que em Portugal venderam-se mais de 60 mil unidades (há neste momento 63.270 unidades a circularem em Portugal).

Ainda assim, apesar do ano de festejos, as novidades para este ano serão parcas, passando simplesmente por edições especiais dos seus dois modelos de base fortwo e forfour, sendo para este último que destinará aquela que será mais chamativa, a smart crosstown com detalhes que apelam um pouco mais a uma robustez e versatilidade semelhante à de um SUV – sem o ser.

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