A Mazda tem tido uma certa preocupação com o design nos últimos anos, com a criação de protótipos com um número reduzido de linhas e um visual que tenta reflectir o meio ambiente onde está inserido. Embora as formas sejam agressivas e inspiradas num conceito de dinamismo desportivo, há também, da acordo com a nova marca, uma inspiração em arte japonesa, com uma simplicidade elegante.

Depois do protótipo Shinari, que inaugurou a linguagem “kodo” em 2010, chegaram os modelos Minari (que deu origem ao CX-5) e Takeri (o atual Mazda3). Esta design também se vê no modelo MX-5, claramente distinto das três gerações anteriores, e nos protótipos mais recentes Kai (que aponta para o design da próxima geração do Mazda3) e Vision Coupé (um potencial uso para a família do Mazda6).

No exterior, esta simplicidade de design, com poucas linhas vincadas, mas em que as várias peças da carroçaria são sempre curvas, estas parecem mudar de tom e cor conforme a incidência do ângulo da luz e onde esta bate na carroçaria. No interior, o condutor e o habitáculo foram uma única entidade, com materiais inspirados nos templos xintoístas do Japão e um design contínuo dos materiais que amplia a sensação de conforto e garantem uma boa posição ergonómica para os comandos.

 

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