A década de 1990 foi marcada por um movimento estilístico individualista, em que cada um procurava ter uma imagem mais agressiva e mais chamativa do que as pessoas à sua volta. A indústria automóvel acompanhou esta tendência, e marcas como Porsche, Ferrari ou Lamborghini criaram supercarros à altura, batendo rapidamente as barreiras dos 500 e 600 cv. Mas como foi uma era individualista, muitas outras marcas achavam que eram capazes (e por vezes conseguiam) fazer modelos que deixavam os nomes tradicionais a comer pó. Estes são alguns supercarros que vale a pena relembrar.

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