Honda Insight híbrido: Miragem para o mercado europeu?

Pedro Junceiro
Pedro Junceiro
Editor Conteúdos

De regresso em força aos híbridos, a Honda revelou a versão de produção do Insight, modelo que recorre a um sistema híbrido de terceira geração com um total de 151 CV de potência e 267 Nm de binário. A estreia deste modelo decorre no Salão de Nova Iorque, que decorre atualmente naquela cidade americana.

A marca nipónica apresenta-se de novo em força no mercado dos híbridos, reservando para a Europa o CR-V híbrido ainda este ano e, agora, apresentado para o mercado norte-americano (primordialmente), a nova geração do Insight. Esta berlina recorre a um visual bastante mais normal do que muitos dos seus rivais, mantendo a face tradicional da Honda já presente em gamas como o Civic ou Accord (nos EUA).

O sistema híbrido do Insight conjuga um motor 1.5 a gasolina de ciclo Atkinson em conjugação com um motor elétrico e uma bateria de iões de lítio que totalizam 151 CV de potência e 267 Nm de binário máximo. O consumo anunciado em ciclo citadino é de 4,2 l/100 km, o que a marca aponta como “referencial”.

Em matéria de condução, destaque ainda para os três modos de condução – ‘Normal’, ‘ECON’ e ‘Sport’ – permitindo aos condutores escolherem o modo que mais se adequa às suas necessidades. Como tal, todos os Insight contam com patilhas atrás do volante para selecionar a intensidade da travagem regenerativa. No modo ‘Normal’, o novo híbrido da marca permite pequenas deslocações em modo puramente elétrico, não devendo exceder os 1,6 quilómetros

Partilhando a sua plataforma com a décima geração do Civic, o Insight promete também maior habitabilidade, sobretudo nos lugares posteriores, e melhoria da insonorização e refinamento a bordo. No interior, o visual não foge muito àquele que se pode encontrar no Civic, com um ecrã tátil de 8 polegadas em destaque na consola central, ao passo que a instrumentação beneficia de um painel de instrumentos igualmente digital de 7 polegadas.

Por enquanto, este modelo está reservado apenas ao mercado americano, ao qual chegará no final do verão, não existindo indicações da sua transição para outros mercados.

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