É geralmente assumido pelo público que os motores de um carro são construídos pela marca. Na verdade, por motivos financeiros, é comum pagar-se uma licença para usar um motor. No passado, já se viram propulsores Diesel da Peugeot em carros da Rover, Nissan ou Suzuki. A Chrysler já usou motores Volkswagen, em ocasião. E as marcas com baixo volume costumam comprar motores, como é o caso dos novos Aston Martin com motores AMG-Mercedes ou da Lotus que usa Toyota.

Outros casos são resultado de acordos para desenvolvimento e produção em conjunto. O motor 1.3 Multijet foi desenvolvido em conjunto pela GM e Fiat, e no passado o famoso PRV V6 foi resultado de uma parceria da Peugeot, Renault e Volvo. Mas existe ainda outra circunstância, em que uma marca cria um motor, e ao fim de algum tempo desiste de o utilizar, vendendo o projeto a uma marca concorrente. Mostramos aqui seis situações do género, passando por várias eras da história do automóvel.

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