falámos ontem do Volkswagen T-Cross, o primeiro SUV compacto da marca alemã. E embora as imagens ainda sejam limitadas, já é possível revelar alguns pormenores do carro. Até mesmo como nos sentimos ao volante. E o que salta mais à vista é a sensação de espaço.

O T-Cross é um modelo pensado para o segmento B, mas como tem mais de quatro metros de comprimento, consegue oferecer uma habitabilidade maior. O condutor não precisa de perder muito tempo à procura de uma posição ideal, nem de ajustar o banco muito para trás, o que deixa uma quantidade agradável de espaço para as pernas nos bancos traseiros. O cockpit digital e o ecrã tátil de oito polegadas ao seu lado permitem controlar facilmente a informação, entretenimento e climatização, mas muitos comandos estão centralizados no volante, com acesso fácil.

Como partilha a sua plataforma técnica com o Polo, o VW T-Cross tem um comportamento mais do que aceitável, confortável em estradas e estável em curvas. A gama disponível de motores vai ser composta inteiramente por motores turbo, com o motor 1.0 TSI de 95 cv a oferecer já uma boa resposta, com acelerações rápidas mesmo com o carro cheio e pesado. Este deverá ser o preferido dos portugueses, com a melhor relação entre preço e potência. Mas o público nacional também poderá optar pelo 1.0 TSI de 115 cv e pelo 1.5 TSI de 150 cv e desativação de cilindros, no topo. A variante Diesel continua presente e vai ser o 1.6 TDI, com 95 cv.

Quando chegar ao mercado, lá para o mês de maio, pode-se esperar um preço algures entre o Polo e o Golf, mas mais próximo do primeiro. O T-Cross foi pensado para ser um SUV acessível ao grande público, num segmento de mercado que tem uma forte tendência de crescimento e que vai ficar muito competitivo, pelo que a Volkswagen não está a planear introduzir uma versão elétrica, híbrida e nem mesmo um micro-híbrido com bateria de 48 volts.

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