F1: ‘Lastro’ para pilotos ‘levezinhos’…

A reunião do Grupo Estratégico da Fórmula 1 não resultou em grandes novidades, exceção feita ao peso do piloto e ao peso mínimo dos monolugares em 2019.

A Red Bull voltou à carga na tentativa de sensibilizar as restantes equipas para aumentar o número máximo de unidades motrizes permitidas sem penalização, três, mas não teve sucesso, mesmo que Andy Cowell, diretor da Mercedes para a área dos motores, entenda que três unidades motrizes por ano é uma loucura, quando há ainda mais uma corrida no calendário, 21.

De resto, as principais mudanças dizem respeito à aerodinâmica, que será simplificada em 2019. A separação do peso do piloto do peso do carro leva a que sejam ‘exigidos’ 80 kg no mínimo, o que significa que no caso dos pilotos que pesem menos do que isso, e são muitos, serão aplicados lastros.

Ficou a saber-se também que a barbatana de tubarão nos monolugares pode regressar em 2019 porque as equipas da F1 entendem que é uma boa forma de conseguir mais ou melhores patrocínios.

Por outro lado, uma proposta de Ross Brawn para simplificar a asa dianteira não teve acolhimento junto das equipas, que pretendem continuar a ter liberdade de design. Segundo rezam as crónicas foi a Ferrari que usou o seu direito de veto, mas pelos vistos a Scuderia não estava sozinha, pelo que a proposta nunca passaria.