Portugueses são os que mais gostam de conduzir

Portugueses. É o que demonstra o resultado de um estudo Observador Cetelem. Em Portugal o prazer de condução é algo muito presente e valorizado. Segundo o referido estudo, que analisou o setor automóvel a nível internacional, os portugueses são a nível europeu quem mais gosta de conduzir. Em termos percentuais falamos de 91%, a par com os polacos, que têm igual valor.

De entre as várias valias do automóvel, a preocupação com a poupança de tempo é a variável que adquire maior peso, com um valor de 97%. A esta seguem-se a liberdade, independência e autonomia proporcionadas pela posse de um veículo (91%).

A um automóvel os automobilistas nacionais associam as ideias de objeto de prazer, 72%, marca de modernidade, 68%, objeto de luxo/sonho, 64%, e um símbolo de sucesso social, 61%. Apenas 15% revela que, na sua opinião, a viatura se vai tornar um objeto obsoleto e do passado. No capítulos dos menos, 92% dos automobilistas portugueses referem que consideram os automóveis caros e 82% associam-nos à poluição, o valor mais elevado entre todos os quinze países analisados.

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Segundo Pedro Ferreira, diretor da área automóvel do Cetelem: “Para quem não vive na cidade, onde os serviços de transportes públicos têm uma maior oferta e diversidade, o automóvel apresenta-se como a opção mais eficaz, permitindo uma deslocação rápida e vantajosa. Ainda assim, mesmo para os portugueses que vivem em zonas metropolitanas, o automóvel é valorizado e considerado indispensável, ainda que por vezes resulte em inconvenientes como o trânsito ou a dificuldade em estacionar.”

Nota do Observador Cetelem: “As análises e previsões deste estudo foram realizadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos quantitativos aos consumidores foram conduzidos pela TNS Sofres, em junho de 2016, em quinze países – África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos da América, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia. No total, foram inquiridos mais de 8.500 proprietários de automóveis.”