A Furrion é uma empresa americana que constrói artigos tecnológicos de luxo para compradores com gostos difíceis de satisfazer e maneira de pagar por isso. Por isso, ocasionalmente inventa alguma coisa sem paralelo no mundo real. É o caso deste fato biónico, com o qual pretende criar uma liga para corrida de robôs.

Ou melhor, não serão bem robôs. Estes fatos biónicos destinam-se a ser pilotados por humanos, e o primeiro foi apresentado no CES, onde foi demonstrado que consegue andar. A ideia é que, no futuro, existam quatro, para poder criar a X1 Mech Racing League, a primeira competição desportiva para esta combinação de humano e robô.

Só há um problema, a parte mecânica da equação ainda é um pouco lenta. E como não tem assistências eletrónicas e pesa mais de três toneladas e meia, o utilizador vai ficar bastante cansado ao conseguir mover todas as peças do robô. Além do mais, a Furrion prevê que a velocidade máxima não seja superior a 32 km/h, o que é bem menos que os 44,7 km/h que Usain Bolt conseguiu ao estabelecer o recorde mundial dos 100 metros em atletismo.