Publicidade Continue a leitura a seguir

As alergias de primavera estão a chegar… E podem ser perigosas

Os meses de primavera são especialmente complicados para as pessoas que sofrem de alergias. Gramíneas e ervas parietárias são as mais frequentes causadoras de sintomas de alergia. Outros pólenes derivados de árvores como pinheiros, plátanos, azinheiras e carvalhos são causadores de muitas alergias, igualmente.
O interior dos carros pode-se assumir como um pequeno núcleo de refúgio para as condições de alergia, em especial nos mais modernos que contam com filtros específicos de habitáculo, que retêm muitos pólenes e poeiras exteriores. A sua ação acaba por ser importante para a manutenção da qualidade do ar no interior do veículo e algumas marcas dedicam mesmo grande atenção à qualidade do ar no habitáculo. Os filtros têm de ser substituídos mediante uma quilometragem ou quadro temporal (variável), devendo ser mudados para impedir a acumulação de partículas e bactérias.
A automedicação está completamente fora de questão. Deve consultar um médico para perceber se sofre mesmo de alergias e, caso assim seja, deve dirigir-se a um alergologista que irá traçar um plano de ação para tentar debelar os sintomas. Indique, sempre que necessário, que irá conduzir de forma a que os medicamentos não tenham efeito na mesma.
Lá se vai a atenção. Os espirros e o sintoma comummente denominado de ‘nariz a pingar’ trazem riscos reais de perda de atenção ao volante.
Se passar por locais com muita concentração de pólenes – usualmente, aqueles mais visíveis – feche as janelas do seu carro e opte pelo ar condicionado. Assim, irá limitar significativamente a sua entrada no habitáculo.
A toma de medicamentos pode ter influência na condução, aumentando a sonolência. Assim, caso sejam receitados pelo seu médico, informe-o dos seus hábitos de condução. Note que é necessário ao seu alergologista detetar os agentes que causam as alergias, pelo que nem toda a medicação serve.
Os filtros do habitáculo são importantes barreiras contra a entrada de pólenes e de poluição no interior, salvaguardando os seus ocupantes dos efeitos da alergia exterior. Procure instalar os filtros específicos do habitáculo (alguns com elemento em carbono) de forma a aumentar as defesas. Deve-se, igualmente, colocá-lo em modo de recirculação de ar.

Publicidade Continue a leitura a seguir

A primavera traz mais calor, mas também uma maior propensão para as alergias, chegando a época em que muitos dos pólenes de árvores como pinheiros, plátanos, azinheiras e carvalhos, mas também de ervas como as gramíneas, pairam no ar, podendo vir a causar fortes problemas ao nível da respiração e da visão dos seres humanos.

Tratam-se de reações alérgicas de cariz sazonal em que as pessoas sofrem de espirros sucessivos, comichões nos olhos, sensação de nariz entupido e falta de ar, levando, em casos mais extremos, a casos de agravamento de rinite ou de situações de asma nas pessoas que padeçam desta última.

A Fundação Portuguesa do Pulmão indica, a este respeito, que a rinite alérgica “é a doença alérgica crónica mais comum, afectando cerca de um quarto da população nacional, crianças e adultos, inclusive entre os idosos”, sendo mais prevalente nos grandes centros urbanos.

Percebe-se, assim, que para a prática da condução, alergias causadas pelos pólenes são também perigosas, uma vez que é necessária uma atenção total e contínua ao que se passa na estrada. Contudo, nem sempre tal é possível devido às condições de olhos secos, corrimento nasal abundante e, de forma frequente, dores de cabeça ligeiras a moderadas. Além disso, espirros consecutivos podem reduzir dramaticamente a atenção à estrada, retirando momentos preciosos de cuidado que podem causar acidentes.

Tanto mais que uma das soluções é a medicação e alguns desses podem ter influência sobre a prática da condução como efeito secundário (a leitura da bula dos fármacos é sempre fundamental). Antes de qualquer tentativa de automedicação, deve passar por uma consulta médica com um especialista na área de alergologia de forma a tratar convenientemente a sua condição alérgica. Para saber quando é que os pólenes estão mais ativos, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) tem no seu site boletins polínicos nos quais avalia o risco de alergias decorrentes da presença de pólenes no ar.

O interior dos carros pode-se assumir como um pequeno núcleo de refúgio para as condições de alergia, em especial nos mais modernos que contam com filtros específicos de habitáculo, que retêm muitos pólenes e poeiras exteriores. A sua ação acaba por ser importante para a manutenção da qualidade do ar no interior do veículo e algumas marcas dedicam mesmo grande atenção à qualidade do ar no habitáculo. Os filtros têm de ser substituídos mediante uma quilometragem ou quadro temporal (variável), devendo ser mudados para impedir a acumulação de partículas e bactérias. Os filtros com elementos de carbono ativo são melhores para reter gases, odores e bactérias.

Veja na nossa galeria formas de lidar com as alergias neste período tão complicado para muitos dos condutores.