Se três pessoas diferentes forem a uma mesma cidade e tiverem que a descrever, pode acontecer que o resultado pareça, aos olhos de quem escuta, a descrição de três cidades diferentes. O nosso olhar nunca é científico ou límpido. Vemos de acordo com uma perspetiva e história que é sempre individual. Vemos influenciados pelo nosso estado de espírito, pela solidão ou pela companhia, por aquilo que carregamos às costas e de que nem sempre conseguimos desligar-nos para absorver a novidade que nos tenta agarrar. Não há definições únicas. Há modos de ver. Alguns mais generosos e entusiastas. Outros mais receosos […]
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