Modos de condução: Sabe o que são e para que servem?

Antigamente tínhamos um carro, com um motor, com uma potência e que nos oferecia sempre aquilo, porque era o ‘que tinha’ e não outra coisa. Dávamos à chave e guiávamos. Mecanicamente não havia surpresas. Não é que fosse mau, era simplesmente assim.

Hoje o mundo evoluiu de tal maneira que um carro pode não ser só um carro, e sim um manancial de tecnologia em que por acaso até se conduz. Entre as evoluções conta-se o surgimento da oferta de modos de condução, cada vez mais evoluídos e até com possibilidades de personalização. Assim, passamos a ter um carro, com um motor, com uma potência e que nos oferece coisas diferentes, mediante a opção selecionada.

No fundo, é a maneira de termos na garagem um menu completo, continuando a adquirir apenas um veículo. Falamos aqui de modos de condução que, em algumas marcas, assumem diferentes nomenclaturas mas, no essencial, referimo-nos a opções selecionadas através do toque de um botão, geralmente situado na consola central, que nos permite alterar parâmetros como a resposta do motor, direção, suspensão e passagens de caixa (aqui pode haver diferenças de marca para marca, porque em alguns casos, geralmente em carros mais potentes, pode haver um botão à parte específico para a regulação da suspensão).

É claro que os modos de condução que um carro disponibiliza ao condutor vão variando mediante a marca e o modelo. Nos mais elementares, é algo que pode nem existir, alguns oferecem apenas a opção Sport, outros a Eco e Sport, sendo que no meio será a padronização ‘normal’. Uma boa parte há que disponibiliza o Eco, Comfort, Sport, e Individual, ou, no caso dos desportivos, também o Sport+, enquanto os mais económicos podem ostentar o Eco Pro. As opções são tantas que a um primeiro olhar até nos podemos perder. Mas, sinteticamente, aqui fica (pode percorrer a galeria acima ou ver em baixo) o essencial de cada um:

Nota: os nomes dos modos apresentados podem sofrer variações de marca para marca, tendo-se optado por aqueles que genericamente são os mais comuns.

André Duarte/Autosport

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