Depois de 650 quilómetros e cerca de 16 horas de prova, terminou a 16ª edição das 500 Milhas ACP. Uma maratona cumprida num único dia, com temperaturas elevadas e percursos exigentes, mas que a grande maioria dos 63 automóveis participantes superou com distinção. O veículo mais antigo contava com 69 anos e o mais jovem com 45 anos. As 500 Milhas ACP foram muito mais do que um autêntico museu a céu aberto, que despertou a atenção e a curiosidade de milhares de espectadores, num percurso entre Cascais e Aveiro, com passagem pela Serra da Arrábida, Coruche, Abrantes, Penedo Furado, Serra da Lousã, Arganil, Secarias e Caramulo. Apesar desta prova valorizar a consistência, em detrimento da rapidez, a edição deste ano das 500 Milhas ACP foi marcada por um elevado nível número de automóveis desportivo. Filipe Gaivão, diretor de prova, comenta “O balanço é extremamente positivo. Para além da evidente satisfação dos participantes na chegada a Aveiro, sublinho o elevado nível competitivo. Os 650 quilómetros de percurso foram cumpridos em cerca de 16 horas, sendo notável a fiabilidade registada pela maioria dos automóveis participantes. É igualmente reflexo da qualidade do parque automóvel de clássicos existente em Portugal.” Classificações finais: Categoria E (Automóveis produzidos entre 1946 e 1960) 1º Frederico Valsassina/Vasco Mendes – Jaguar MK II (1960) 2º Pedro Brito/Duarte Brito – MG A (1959) 3º Fernando Carpinteiro Albino/Xavier Albino – Porsche 356 Super 90 (1960) Categoria F (Automóveis produzidos entre 1961 e 1970) 1º Carlos Seara Cardoso/Ricardo Seara Cardoso – Triumph TR4 (1964) 2º Nuno Menezes Rodrigues Pena/Eduardo Carpinteiro Albino – Lotus Seven (1968) 3º Carlos Brízido/António José Costa – Porsche 911 E (1970) Categoria G (Automóveis produzidos entre 1971 e 1980) 1º Bruno Camões e Vasconcelos/António Caldeira Carvalho – Porsche 911 (1974) 2º Manuel Romão/Ivo Tavares – Datsun 240 Z (1973) 3º Miguel Ferraz de Menezes/Alexandre Berardo – Alfa Romeo 1.6 GTZ Zagato (1973)