Sébastien Loeb foi sexto na primeira etapa do Dakar e explicou com grande clareza o porquê de nenhum dos Peugeot surgir nos primeiros lugares: “A especial não era fácil para nós, o terreno era muito difícil, primeiro com zonas de muito fraca aderência, outras demasiado estreitas. Tentei ter um bom ritmo, mas sem exagerar. Nesta etapa a tração à quatro rodas eram muito melhores neste tipo de especial. Para além disso, o nosso carro é muito grande, e nada fácil de guiar nestas estradas.
Estou um minuto atrás do Nasser, que estabeleceu uma boa diferença para todos, mas hei, é apenas o começo. O que evitei mesmo foi ficar atascado ou sair de pista, não queria mesmo correr riscos. Penso que a pista deve estar melhor para amanhã, então tudo está bem”, disse o francês cuja explicação se pode estender a todos os Peugeot, pois como é fácil perceber ainda a procissão vai no adro e é muito fácil perder um Dakar logo na primeira etapa – veja-se os trabalhos em que está metido o vencedor da etapa, Nasser al Attiyah, mas ganhá-lo, ninguém o consegue…
José Luis Abreu/Autosport
Administrador salienta que este corte nos postos de trabalho será necessário para “reduzir os custos…
Mercado da América do Norte crescesse 38%, enquanto a região considerada a Europa alargada aumentou…
Transporte familiar simples faz parte do ADN da Fiat, integrada no grupo Stellantis. O 127.º…
As áreas em expansão dentro do ecossistema elétrico são, a par da eletrificação, as tecnologias…
Para uma marca com 18 modelos lançados no mercado nacional, o Seltos a gasolina complementa…
Por regiões, regista-se um aumento de vendas global da Mercedes Cars na Europa, na ordem…