Afinal houve uma excelente razão para Nasser al-Attiyah levar a Toyota Hilux o mais depressa possível até ao final da etapa, é que deflagrou um pequeno foco de incêndio do lado do navegador, e a equipa teve que chegar o mais depressa possível para apagá-lo. Brincadeiras à parte, o piloto do Qatar venceu, mas está bastante assustado com um possível dano no motor da sua Toyota Hilux: “Rapidamente apanhei o Stéphane (Peterhansel) mas a cerca de dez quilómetros da chegada, cheirou a fumo dentro do carro, do lado do assento de Matthieu (Baumel) e houve mesmo um pouco de fogo. Desacelerámos para chegar ao fim, e no final apagámos o fogo. Agora o Giniel (de Villiers) vai rebocar-nos, e vamos ver o que vamos fazer. Não sei o que aconteceu. Espero que o motor não tenha nada, porque vi que perdemos o óleo. Por isso, podia ter feito o melhor tempo, mas não me importo! O que me preocupa é resolver o problema no carro.”
Texto: Vítor Norinha Um Kia citadino, 100% elétrico, e com quatro lugares é a mais…
Texto: Vítor Norinha A Volvo Cars anunciou que os proprietários dos veículos da marca sueca…
Texto: Vítor Norinha O Rally de Lisboa 2026 corre-se na próxima sexta-feira e sábado, dias…
Texto: Vítor Norinha A Ferrari anunciou em Roma, neste final de maio, o lançamento do…
Texto: Vítor Norinha A Mercedes-Benz continua a inovar no segmento das limousines elétricas de segmento…
Texto: Vítor Norinha A marca sueca Polestar, o braço 100% elétrico do grupo Volvo/Geely, fez…