É paralela à muito movimentada rua do Alecrim, mas o que que perde em animação, ganha em charme. Os candeeiros antigos, a tranquilidade e os próprios edifícios em pedra e arcos no interior conferem-lhe uma aura de outros tempos. Não se sabe o que levou Eça de Queirós a escrever uma obra com história nesta artéria, «A Tragédia da Rua das Flores», só publicada um século após a sua morte. A homenagem faz-se no conhecido largo dos bombeiros, junto à rua íngreme, de onde já se avista o Tejo e o Cais do Sodré. A artéria começa, na verdade, do lado oposto, junto à Praça Camões. Conhecê-la a partir daí é mais fácil, havendo tempo para apreciar as construções centenárias, […]
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