O que se temia aconteceu. A Manor não conseguiu encontrar um comprador e teve mesmo de ‘fechar as portas’. A equipa estava sob administração desde o início do mês, mas os responsáveis da FRP (administradores) não conseguiram assegurar as verbas que permitissem o futuro imediato. Segundo a FRP surgiram vários interessados, nomeadamente um consórcio asiático, mas as negociações nunca foram muito longe. Assim, e a semanas dos testes de pré-temporada em Barcelona, aos administradores da Manor não restou outra alternativa senão encerrar a equipa, pois não seria possível assegurar sequer os salários de fevereiro. “Nos últimos meses a gestão da equipa trabalhou intensamente para trazer um novo investimento para assegurar o seu futuro a longo prazo, mas lamentavelmente fomos incapazes de o conseguir no espaço de tempo disponível, não nos deixando alternativa do que fechar o negócio e continuar a procurar um comprador”, afirma a FRP num comunicado. Os administradores afirma ainda que para lá da incessante procura por um investidor, a FRP assegurou-se de que os salários do pessoal da Manor referentes a janeiro de 2017 fossem pagos.
Nuno Barreto Costa/AutoSport
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