Recém-chegado à administração, Ross Brawn, mostrou-se preocupado com a possibilidade de serem adicionados mais Grandes Prémios ao calendário que atualmente já conta com 21 provas.
“Quando me perguntaram o que pensava do número de corridas disse que tem de existir um equilíbrio entre quantidade e qualidade”, entende Brawn.
Brawn, que é o novo diretor executivo da F1, considera ainda que não se pode “ter corridas só por ter. As corridas têm de ter boa qualidade e em bons locais. Temos também de pensar sobre o equilíbrio quanto à data da sua realização. Existe um momento em que é preciso ajudar as equipas porque ter 21 Grandes Prémios é difícil para todos, pois envolve muitas viagens. Agora se existirem duas equipas de engenheiros e mecânicos então é possível ter tantas provas tal como existe na NASCAR”.
Alexandre Melo/Autosport
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