Ao longe, o terminal de Cruzeiros de Leixões faz lembrar um rolo de papel a desenrolar-se. É composto por quatro «braços» – um vai até ao navio, outro até ao molhe sul, outro até à cidade e o último termina dentro do edifício. Se ao longe a obra desperta a curiosidade, vista de perto é avassaladora. De frente para ela somos engolidos por uma luz imensa, refletida pelos azulejos hexagonais brancos que surgem ao longo de todo o edifício. São cerca de um milhão e foram produzidos pela Vista Alegre. A sua colocação desigual faz com que não haja dois azulejos seguidos na mesma posição, o que provoca um bonito jogo de luz, que reflete várias tonalidades. Do luminoso átrio […]
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