Já circulava o rumor em São Miguel há alguns dias e o Açoriano Oriental, jornal da ilha, avança, na sua edição de hoje, que a companhia aérea açoriana vai deixar de dar o nome à principal prova de ralis dos Açores e prova de abertura do ERC.
A Azores Airlines contribuía com cerca de 400 mil euros por edição, num orçamento de 1.5 milhões de euros. O apoio era a nível financeiro, mas também logístico, através de voos.
O jornal avança que a edição de 2019 não está em risco, existindo negociações entre o Grupo Desportivo Comercial, organizador do rali, e várias empresas, incluindo de fora dos Açores, para assegurar um novo patrocínio que permita colmatar a falta deste apoio, que acontecia desde 1999.
Recordar que 2019 é o último ano em que há contrato entre a prova açoriana e o ERC. A edição do próximo ano arranca a 21 de março e vai até dia 23.
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