A BMW também apresentou no Tribunal de Justiça da União Europeia a sua contestação à imposição de tarifas adicionais à importação de automóveis elétricos da China.
A BMW juntou-se aos construtores chineses, que também tinham avançado com um recurso no Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE).
A BYD, a Geely e a SAIC já tinham apresentado a sua oposição às tarifas junto do Tribunal Geral, a mais baixa das câmaras do Tribunal de Justiça.
Em outubro, a Comissão Europeia decidiu avançar com tarifas suplementares sobre os veículos elétricos (EV) fabricados na China. As tarifas totais chegam, no caso da SAIC (que fabrica o MG), a ser de 45,3% do valor do automóvel.
A decisão da União Europeia não incide apenas sobre os automóveis elétricos chineses, mas sobre todos os EV fabricados na China.
É por isso que a BMW se juntou aos construtores chineses, uma vez que a produção de dois dos seus modelos é feita em fábricas instaladas na China.
A BMW viu o Mini Cooper e o Mini Aceman elétricos serem taxados em 20,7% além da taxa normal de importação de 10%. de 20,7%.
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