Apesar de não sermos fãs do ‘design’ da anterior geração do Model 3, não podemos ignorar o seu incontestável sucesso. Entre 2018 e 2020 foi o automóvel elétrico mais vendido no mundo.
Embora tenha estabelecido as regras para os carros elétricos na altura, não era isento de críticas. Desde montagem e acabamentos com qualidade sofrível, até má insonorização do habitáculo, eram vários, os problemas reportados pelos compradores. Passados seis anos desde a introdução do Tesla Model 3, a atualização que já era devida pode parecer apenas uma operação cosmética, mas é na realidade mais profunda do que isso. No exterior, damos as boas vindas à nova frente e assinatura luminosa. A traseira também viu os farolins serem redesenhados com um design que melhorou a aerodinâmica, e apesar de não ser revolucionário, é aquele que, na nossa opinião, o Model 3 deveria ter tido desde o início.
Para entrar no Model 3 basta aproximar a chave semelhante a um cartão de crédito do pilar central, ou ter a aplicação da Tesla instalada no smartphone, que pode ficar no bolso. No interior reina o minimalismo com a eliminação praticamente total de botões físicos, que foram digitalizados para o monolítico ecrã de infoentretenimento com 15,4 polegadas. Até o sentido de marcha é escolhido ao deslizar o dedo no painel, bem como o travão de parqueamento. 