AHETA pediu Governo para “ser mais ousado” e seguir outros países da UE, que “suportam os custos salariais” de quem está inativo a 70 ou 80%.
AHETA pediu Governo para “ser mais ousado” e seguir outros países da UE, que “suportam os custos salariais” de quem está inativo a 70 ou 80%.