Mesmo que não se possa pegar num telemóvel no carro, este continua a ser usado de muitas maneiras. Se tiver um aparelho Bluetooth, pode ligá-lo diretamente ao sistema de info-entretenimento do carro. Ou então pode montá-lo num suporte e continuar a fazer chamadas ou simplesmente utilizá-lo como sistemas de navegação. E como vai sempre consumir energia, a tendência é sempre ligá-lo ao USB do carro para o carregar. O que é a pior coisa que pode fazer ao telemóvel.

Embora as baterias de lítio do smartphone não fiquem tão “viciadas”, vão acabar por perder capacidade de carga, a médio prazo. Carregando o telemóvel numa tomada de casa, ainda demora umas boas duas horas para recarregar completamente uma bateria. A ligação USB transmite energia a uma velocidade muito menor, e uma viagem de carro de e para o trabalho não demora, geralmente, mais que meia ou uma hora. Assim, o telemóvel não só carrega pouco a bateria antes da ligação ser interrompida, como até pode estar a perder carga mais depressa do que recarrega, se estiver a usá-lo para música ou navegação.

Se tiver mesmo que carregar o telemóvel no carro (e se a bateria já estava em baixo, devia tê-lo carregado em casa, durante a noite, ou no trabalho), o ideal é adquirir um adaptador para o isqueiro do seu carro, que vai ter uma velocidade de carga mais rápida. Para ajudar a carregar mais depressa, também deve levar em conta a temperatura do telemóvel. Por isso, mantenha-o longe do para-brisas, coloque-o na bolsa da consola central, onde estará protegido do sol (o vidro causa efeito de estufa) ou montado junto à ventilação, onde poderá receber ar frio.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.