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Três situações perigosas que lhe podem custar dinheiro num drive-thru

Com uma distância de segurança mínima, toques na traseira são comuns em restaurantes drive-thru. A probabilidade destes aumenta quando os condutores estão nervosos com a falta de espaço.
Em veículos mais antigos, os minutos parados à espera no drive-thru representam uma perda enorme de combustível
Ao usar certos métodos de pagamento automático, tecnicamente pode estar a quebrar a lei sobre uso de telemóveis ao volante.

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O nosso dia-a-dia está tão acelerado que às vezes parece que não há sequer tempo para almoçar no horário de trabalho. Ou então saímos do trabalho tão tarde que já está tudo fechado. Em ambos os casos, a salvação parece ser o drive-thru do restaurante do comida rápida. Pode não ser nutritivo, mas pelo menos é barato e está sempre aberto. Mas mesmo o drive-thru pode ter custos escondidos a que um condutor necessita de prestar atenção.

Em primeiro lugar, o trilho reservado para o drive-thru é muitas vezes apertado, com pouco espaço para manobra, curvas apertadas ladeadas por passeios e com uma tendência para não deixar uma distância de segurança. Acrescente-se que muitos condutores já têm tendência para ficar nervosos em espaços apertados, e que muitas visitas às casas de comida rápida acontecem à noite, com menor visibilidade e quando o condutor está cansado. Um raspão da carroçaria ou uma mossa resultante de uma colisão no carro da frente pode representar um custo de reparação que é 10 a 20 vezes mais caro que a refeição que foi comprar.

Depois vem o tempo de espera. Em muitos casos, quando uma pessoa está à espera, geralmente deixa o motor ligado, podendo passar entre cinco e dez minutos desde a sua chegada à fila e a saída do drive-thru com a sua comida. Durante este tempo de espera, e assumindo que recorre a este tipo de alimentação uma ou duas vezes por semanas, pode aumentar o seu consumo médio de combustível em cinco a dez por cento por mês. Há também um perigo para a saúde, já que o normal é esperar sempre com a janela aberta, estando exposto aos gases de escape dos veículos à sua frente.

Finalmente, para aqueles que, em vez de dinheiro ou do multibanco, usam formas de pagamento através de um aplicativo de telemóvel, há o risco de serem multados em cada ocasião. Tecnicamente, enquanto mantém o motor ligado e o carro se desloca alguns centímetros por segundo, está sempre a conduzir, e para fazer pagamentos terá que manusear o telemóvel ao volante.