Seja num acidente de viação que culmina com o bloqueio das portas devido à deformação do chassis e da carroçaria, num veículo submerso ou face ao risco de incêndio, este pequeno acessório pode fazer a diferença. Se ainda não tem um kit de emergência no carro para fazer face a uma emergência ou fenómenos naturais extremos, então esta é a altura ideal para começar a pensar nisso. Se é um condutor precavido, aproveite agora para passar todo o equipamento em revista, substituir todos os artigos que passaram de validade e confirmar se não é necessário proceder a algum upgrade. Este acessório, por exemplo, custa menos de dez euros e pode salvar vidas numa situação de emergência. Não parece, mas é um martelo de janela do carro e, ao mesmo tempo, um cortador de cintos de segurança, que se arruma em qualquer compartimento e tem uma lâmina de aço inoxidável envolvida em plástico duro para evitar ferimentos. Serve para libertar passageiros de cintos de segurança bloqueados e foi desenhado com intuito de servir também para partir algum vidro do carro quando os ocupantes ficam presos no seu interior.
A simplicidade do dispositivo garante que possa ser usado por qualquer ocupante maior de 12 anos, sendo compatível com todos os veículos equipados com cintos de segurança. Cinto de segurança: 5 regras para que se proteja realmente num acidente Usar simplesmente o cinto não basta, é fundamental ajustá-lo corretamente. Viajar mal sentado no banco também aumenta os riscos de lesão grave, porque, em caso de embate, a pessoa pode escorregar por baixo do cinto (submarinagem), podendo magoar a região cervical e até o pescoço. Faça assim: – Costas direitas: O encosto do banco deve estar regulado em posição mais vertical possível, para que o cinto encoste corretamente ao ombro. – Banda diagonal: A banda inferior do cinto deve passar sobre a linha da cintura, sempre abaixo do abdómen (muito importante nas grávidas); a banda diagonal deve cruzar o peito (tórax) assentando na zona do ombro em direção ao ponto de ancoragem. – Amarrote a camisa: Pessoas que viajam com o cinto colocado, mas solto, por exemplo para aliviar a pressão sobre a roupa, estão a correr riscos desnecessários: em caso de acidente, o dispositivo ativa-se demasiado tarde, não protegendo eficazmente. Uma pequena folga pode fazer a diferença. – Pés para baixo! Descansar as pernas sobre o tablier em viagem, não só aumenta o risco de fratura dos membros devido ao disparo do airbag em caso de acidente, como impede uma proteção eficaz do cinto. Nesta posição, o passageiro escorrega e embate com violência na estrutura do carro. – Cabeça apoiada: Os apoios de cabeça devem estar quase praticamente à altura do topo da cabeça.