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Automobilismo e karting com maior retorno mediático

O Campeonato de Portugal de Ralis, apenas coma uma prova realizada (na foto, Bruno Magalhães (Hyundai i20 R5) em ação no Serras de Fafe e Felgueiras ) alcançou o maior valor em retorno,mediático

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O impacto mediático do automobilismo e karting em Portugal no primeiro trimestre de 2020 foi superior em mais de 3,5 milhões de euros face ao período homólogo do ano passado, de acordo com o relatório apresentado pela Cision.

Em cada trimestre, aquela empresa avalia o impacto por disciplina nos vários meios de comunicação, ou seja, o reflexo do esforço dos vários agentes envolvidos no mundo da competição — pilotos, equipas, marcas, clubes — e também da FPAK, entidade que tem vindo a estabelecer novas parcerias com o objetivo de promover e divulgar cada vez mais o desporto automóvel.

Apesar dos condicionalismos atuais, ditados pela pandemia causada pela Covid-19 e que levaram à suspensão de toda a atividade desportiva desde o início do mês de março, os valores alcançados são particularmente animadores, revelando o potencial dos vários campeonatos e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido.

Entre as várias competições organizadas sob a égide da FPAK, destaca-se o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), sem dúvida a joia da coroa do automobilismo nacional.

Com apenas uma prova realizada – Serras de Fafe e Felgueiras – alcançou um valor deveras apreciável, para tal contribuindo, certamente, a excelência de um cartaz com aliciantes de vária ordem em que se destacava a presença da equipa oficial da Hyundai integrada pelo campeão do mundo, Ott Tanak, e por Dani Sordo.

Assim, o retorno total do primeiro trimestre deste ano foi de 14.805.507€, ou seja, mais 3.552.195€ do que em 2019.

Com duas bajas já realizadas o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno ocupa 2.ª posição no ranking do retorno mediático. Na foto, o campeão nacional Tiago Reis (Mitsubishi Racing Lancer) em ação

Para Ni Amorim, presidente da FPAK, estes valores são interessantes, mas nos próximos meses acontecerá uma inevitável queda brutal.

«Com estes números ficámos a saber que continuamos a evoluir em termos de espaço nos órgãos de comunicação social, o que é animador, pois faz-nos também perceber que a aposta interna em estabelecer novas parcerias dá os seus frutos».

Todavia, o bom início de temporada, neste domínio, não terá imediata continuidade:

«Sem atividade desportiva, sabemos que o próximo trimestre vai ser desastroso; mas, tentaremos compensar assim que as competições sejam retomadas», referiu Ni Amorim.

Para o líder do executivo federativo, «o importante é não baixar os braços e continuar a fazer o melhor que podemos e sabemos com as condições que nos são apresentadas».

O retorno do primeiro trimestre de 2020 foi dividido pelas diferentes modalidades com os seguintes valores:

Ralis: 7.775.837€

Todo-o-Terreno: 2.415.747€

Montanha: 2.028.080€

Velocidade: 1.296.193€

Karting: 818.604€

Ralicrosse: 258.105€

Regularidade: 122.434€

Drift: 90.507€