Autódromo Internacional do Algarve recebe F1 a partir de 2027.
Autódromo Internacional do Algarve recebe F1 a partir de 2027.ADELINO MEIRELES / GLOBAL IMAGENS

Data do GP de Portimão 2027 divulgada em breve

Foi há um ano, na Festa do Pontal, que Luís Montenegro anunciou a candidatura de Portugal a um regresso ao calendário da Fórmula 1. O acordo foi fechado para os próximos dois anos e deve haver datas em breve
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Os pilotos estão de férias, e alguns deles em Portugal - Max Verstappen tem sido visto por vários fãs, com quem tira fotografias e a quem distribui autógrafos e Pierre Gasly não tem poupado imagens de Portugal nas suas redes sociais - aproveitando a pausa na temporada de 2026.

Mas regressam no próximo ano, tal como já foi tornado público, para mais um Grande Prémio de Portimão, porque o Algarve vai receber, nos próximos dois anos, uma das etapas do 'Grande Circo', tal como prometido por Luís Montenegro no ano passado, na Festa do Pontal 2025.

Um ano depois - ou quase, uma vez que no ano passado o evento começou a 20 de agosto - só ainda não há data para o GP de 2027, algo que a FIA deverá anunciar em breve, assim que o calendário oficial do próximo ano estiver definido. No entanto, se quiser garantir o seu bilhete, pode já registar-se no site do Autódromo do Algarve, escolher para que zona gostaria de garantir entrada, e esperar por um email da organização a dizer-lhe os preços e as condições, assim que houver uma data libertada pela FIA.

"Estimamos que a realização desta prova possa trazer a Portugal, em cada um dos anos, cerca de 200 mil visitantes. Entre 150 mil espectadores, mais de metade dos quais internacionais, e mais de 50 mil profissionais", disse o ministro da Economia em dezembro passado, aquando da em conferência de imprensa.

"Espera-se um impacto económico não inferior a 140 milhões de euros. E o custo estimado para o Estado será inferior ao valor da receita esperada de impostos sobre a atividade económica associada a estas corridas" adiantou ainda o ministro.

Números que o DN/Dinheiro Vivo logo na altura contrariou com base em vários estudos que já saíram sobre os impactos destas provas nas economias que as recebem, como pode ler abaixo.

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