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Crónica de Paula Ferreira: saudades das viagens que ainda não fiz

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Para trás deveria ter ficado o Monte St. Michel e a sua mítica abadia, as ruas estreitas, os restaurantes de crepes e sidra, a língua de areia a separar o continente do promontório, onde no ano de 758, graças ao sonho de um monge, começou a ser construído um templo em honra do anjo S. Miguel. A viagem foi planeada ao pormenor e com tempo. Sabia, há muito, que um dia estaria perante aquele imponente lugar, olhá-lo-ia do outro lado do canal, esperaria que a maré descesse para atravessar o mar: então ganharia forças e coragem para subir as suas […]

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