A Ford inaugurou em Colónia, na Alemanha, o seu primeiro centro de produção de automóveis elétricos de alta tecnologia na Europa, no qual irá ser produzida a nova geração de veículos de passageiros a bateria para os mercados europeus. Ao abrigo de um ambicioso plano de investimento para a transformação elétrica, a Ford converteu a sua histórica fábrica em Niehl, Colónia, fundada em 1930, no âmbito de um investimento de 2 mil milhões de dólares, num importante voto de confiança para os milhares de postos de trabalho qualificados da indústria alemã e no futuro da produção automóvel na Europa. Olaf Scholz, o Chanceler alemão, também esteve presente no evento de inauguração do centro, admitindo que este é um momento importante para a indústria do país. Concebida para ser altamente eficiente, a unidade com 125 hectares está equipada com novos equipamentos de produção e montagem de baterias e ferramentas e automação de última geração, o que permite uma capacidade de produção anual superior a 250 mil veículos elétricos. Após o sucesso dos modelos Mustang Mach-E, E-Transit e F-150 Lightning, a Ford revelou recentemente o seu quarto elétrico a nível mundial, o Explorer elétrico, que será o primeiro veículo elétrico a ser produzido em Colónia, seguindo-se um segundo veículo elétrico, que será um crossover desportivo.
No cerne do Centro VE de Colónia estão os avanços digitais que ligam máquinas, veículos e trabalhadores. A implementação de máquinas de auto-aprendizagem, sistemas de transporte autónomos e gestão de grandes volumes de dados em tempo real, são essenciais para melhorar a eficiência dos processos de produção e melhorar todo o funcionamento ao longo do tempo, garantindo uma elevada qualidade. Por outro lado, a marca está também a implementar uma elevada vertente de automação, novos robôs cognitivos e colaborativos, bem como soluções de realidade aumentada, garantindo que a “excelência humana” não será substituída em favor das máquinas. Para atingir a neutralidade de carbono, a Ford irá reduzir a utilização de energia e as emissões na fábrica através da instalação de novos processos, maquinaria e tecnologias. Toda a eletricidade e gás natural necessários para o funcionamento das instalações são neutros em termos de carbono, uma vez que a eletricidade e o biometano são 100% certificados como renováveis.