Esta foi, também, a 100.ª vitória da Ducati em Grandes Prémios, mas ficou marcada pela queda do italiano FrancescoBagnaia (Ducati), bicampeão mundial, que voltou a perder terreno na luta pelo título.

Miguel Oliveira, que largou do 12.º lugar, manteve a posição nas primeiras voltas, mas viria a descer ao 14.º posto. Depois de estabilizar, o piloto português viria a recuperar posições, até chegar ao 11.º lugar com a queda do espanhol Pedro Acosta (GasGas), que seguia em quarto, na volta 18 das 27 previstas para esta 14.ª ronda.
Nessa altura, o líder já era novamente Jorge Martin, que passara Bagnaia na quarta volta. O italiano campeão mundial viria, ainda, a ser ultrapassado pelo seu companheiro de equipa, EneaBastianini. Bagnaia acabaria por cair, quando rodava na terceira posição, sozinho, ao ver a frente da sua mota escorregar na curva oito, a sete voltas do final.

Valeu a atuação de Enea Bastianini que nunca deixou a traseira de Jorge Martin, atacando a primeira posição do espanhol na última volta, por dentro da curva quatro do circuito de Misano. Martin, apanhado de surpresa, quase tocava no rival italiano, acabando por ter de alargar a trajetória para a escapatória, não evitando gestos de desagrado.
“Foi uma boa corrida, muito dura. Vi que o Enea estava a chegar. Acho que a manobra foi um pouco excessiva, empurrou-me para fora. Acho que era o mais forte, mas pronto. Reagi a quente”, desculpou-se Jorge Martin.
