A série de televisão Vikings trouxe de volta ao imaginário popular os guerreiros escandinavos que pilharam as ilhas britânicas e o norte de França durante três séculos. Um dos aspetos mais fascinantes desta cultura eram as suas embarcações longas, chamadas drakkars, com que conseguiam percorrer rapidamente milhares de milhas. Mas são barcos que desaparecem há séculos, tal como os vikings.

Isso não quer dizer que o drakkar desapareceu para sempre. O Museu Viking, em Roskilde, na Dinamarca, não é apenas o que o seu nome indica. Na verdade, é um museu ativo, em que técnicos especializados constroem réplicas do barco viking de outrora, com grande atenção ao detalhe. E porque é que constroem esses barcos? Porque estão à venda, e qualquer pessoa pode comprar um.

O Museu oferece dois tipos de navios, o Gokstad (em duas dimensões, de 6,5 metros a começar nos 33 mil euros ou de 10 metros a começar nos 113 mil) e o Skuldelev, com 12 metros de comprimento e um preço a partir dos 250 mil euros. Leve em conta que, depois de comprar, vai precisar de tripulação, pois todos têm vela e necessitam de 4 a 14 pares de remadores.

 

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